Unidade Menores – São José do Rio Preto

Conheça a Qualidade das Nossas Estruturas

Suíte Simples

Temos disponíveis 8 quartos amplos, todos com ventiladores, e banheiros, além de acomodações adaptadas aos deficientes físicos, cada quarto hospeda- se até cinco residentes, armários individuais.

  • Academia
  • Quadra de Basquete
  • Campo de Bocha
  • Sala de Atendimento Terapêutico
  • Salão de Jogos com Mesa de Bilhar e Pinbol
  • Sala para Atendimento com Piscólogo
  • Área de Lazer com Piscina com Cascata
  • Campo de Futebol
  • Refeitório
  • Ampla Área Verde
  • Quartos Coletivos
  • Área Para Palestras
  • Sala de TV
  • Enfermagem

Unidade São José do Rio Preto - Menores

A Maior Eficácia de Tratamento

O paciente quando chega a instituição Clinica Luz da Vida, passa pelos profissionais: tais como Psiquiatra, Psicólogo, Enfermeiro, Terapeutas e quando existe comorbidades nos quais são necessárias a administração de medicação, contamos com a estrutura ideal para isto, os medicamentos são administrados nos horários devidos pelos profissionais, para que melhor eficácia do mesmo. Sendo sempre acompanhados e monitorados para que qualquer alteração possa ser feita de forma correta.

> Enfermeira
> Terapeutas
> Conselheiros

> Monitores
> Segurança
> Acompanhamento 24h

> Acompanhamento com uma equipe multidisciplinar
> Psiquiatra
> Psicólogo (atendimento individual ou em grupo)

Atendimento Psicológico

O paciente está sempre sendo acompanhado pelo psicólogo, e tendo atendimentos individuais periódicos e ou semanais, dependendo de sua necessidade individual. O trabalho psicológico tem como intuito identificar todas as causas primarias que desenvolveram a dependência química, bem como traçar estratégias que possibilitem a resolução de todos os problemas psíquicos que envolvem a história de vida do paciente. A psicoterapia tem como objetivo também desenvolver em cada paciente níveis elevados de inteligência emocional e resiliência para lidar de forma objetiva e assertiva com todas as adversidades do dia a dia.

Terapia de Comportamento Racional Emotiva

Foi um dos primeiros tipos de Terapias cognitivas. Ellis começou a desenvolver TREC durante o início dos anos 1950 e inicialmente chamou sua abordagem de terapia racional. Em 1959, a técnica foi renomeada para terapia racional emotiva e mais tarde rebatizada de terapia de comportamento racional emotivo ou terapia racional emotiva comportamental. Embora seja perfeitamente normal sentir-se chateado quando você comete um erro, o objetivo da terapia racional emotiva comportamental é ajudar as pessoas a responderem de forma racional a essas situações. Quando confrontados com este tipo de situação no futuro, principalmente no caso dos dependentes químicos, a resposta emocionalmente saudável seria perceber que, apesar de que seria maravilhoso ser perfeito e nunca cometer erros, não é realista esperar o sucesso em cada

empreendimento. Você cometeu um erro, mais não precisa se entorpecer para amenizar seu erro, porque todos cometem erros. Tudo o que você pode fazer é aprender com a situação e seguir em frente.
Também é importante reconhecer que, embora a terapia de comportamento racional emotiva utilize estratégias cognitivas para ajudar os pacientes, ela também se concentra em emoções e comportamentos. Além de identificar e confrontar crenças irracionais, terapeutas e os pacientes também trabalham em conjunto para atingir as respostas emocionais que acompanham pensamentos problemáticos. Os pacientes também são encorajados a mudar comportamentos indesejados usando métodos como a meditação, journaling, e imaginação guiada.

Terapia Racional Emotiva Comportamental

Pode ser eficaz no tratamento de uma variedade de distúrbios psicológicos, principalmente nos casos de dependência química, bem como comportamentos específicos, tais como timidez grave e necessidade excessiva de aprovação. A TREC toma como valores a “sobrevivência”e a “felicidade”, minimizando o desconforto emocional e as ocorrências de comportamentos “auto-derrotistas”.

A Prevenção de Recaída

A Prevenção da Recaída é um programa de psicoterapia e tratamento que se baseia na capacidade individual da modificação de comportamentos aditivos. Ela tem como criador o pesquisador canadense G. Alan Marlatt, PhD, diretor do departamento de psicologia da Universidade de Washington, EUA.

O objetivo primário da Prevenção da Recaída é ensinar os indivíduos que estão tentando mudar seu comportamento aditivo, seja ele de drogas, comida, sexo, etc., a identificar, antecipar e lidar com as pressões e problemas que podem levar a uma recaída.

Os fundamentos do trabalho da Prevenção da Recaída são as noções de situações de alto risco e as estratégias de manejo disponíveis para o indivíduo. O Paciente precisa aprender a identificar sinais de alerta precoces destas situações potenciais de recaída e

as habilidades e necessárias de enfrentamento, a fim de conseguir modificar suas crenças e expectativas acerca de seu comportamento aditivo.

Não importa qual a sua dependência, nem o tipo de droga que você use. O importante é saber que ninguém consegue fazer uma mesma coisa, da mesma forma, todo o tempo, seja ela boa ou má. Sempre vão existir exceções, que devem ser pesquisadas em conjunto pelo terapeuta e pelo paciente, que uma vez descobertas, poderão se tornar a base de sustentação de outras exceções.

Se um paciente percebe a exceção como sendo alguma coisa sobre a qual ele tem um certo controle e, portanto, pode repetir, fica encorajado a “fazer mais vezes, aquilo que funciona”.

Tratamento de 12 passos

O programa de Doze Passos (twelve-step program) é um programa criado nos Estados Unidos em 1935 por Bill W. e Dr. Bob S., inicialmente para o tratamento do alcoolismo e mais tarde estendido para praticamente todos os tipos de dependência química. É a estratégia central da grande maioria dos grupos de Mútua-ajuda para o
tratamento de dependências químicas ou compulsões, na clínica Dhalion é utilizado com ajuda dos profissionais terapeutas, com reuniões semanais e avaliações dos passos.

Os 12 passos

  • Admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
  • Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
  • Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.
  • Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
  • Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
  • Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
  • Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
  • Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
  • Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.
  • Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
  • Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato  consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade.
  • Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a esses Passos, procuramos transmitir essa mensagem aos alcoólicos e praticar esses
    princípios em todas as nossas atividades.

O Nosso Trabalho Terapêutico

o Coaching Terapêutico à dependência química traz extraordinárias vantagens, e é um poderoso aliado. Se você (dependente químico) também deseja mudar comportamentos, rever suas crenças e desfrutar de uma jornada mais plena e positiva, este pode ser o momento ideal.

– Eliminação de crenças limitantes;

– Melhoria nos relacionamentos interpessoais;

– Melhoria na forma de se comunicar;

– Desenvolvimento de novos comportamentos;

– Aumento de confiança e da autoestima;

– Maior autoconhecimento e melhoria na tomada de decisão;

– Desenvolvimento de inteligência emocional e social;

– Melhoria das habilidades de liderança e autogestão.